SINOPSE
Na era da eficiência, a confusão predomina. Instituições operam, mercados crescem e a tecnologia avança, mas o sentido parece ter desaparecido. Uma coletânea de ensaios incisivos e perturbadores explora as contradições de uma civilização que aprimora seus sistemas enquanto fragiliza suas bases humanas. Questões sobre trabalho, mercantilização do cuidado e o distanciamento entre Estado e sociedade são abordadas com profundidade.
Sem oferecer respostas fáceis, a obra propõe um olhar crítico sobre o presente, ressaltando a urgência de questionar a adaptação ao vazio que permeia a vida coletiva. A reflexão sobre esses riscos é essencial para recuperar a capacidade de enxergar o que realmente importa.