SINOPSE
Um inventário sobre a construção da memória revela como a escrita pode interferir e cristalizar fragmentos da vida. Ao revisitar diários de infância e adolescência, além de lembranças da pandemia, a autora cria um mosaico confessional que captura estados de espírito e retratos de uma época.
Através dessa escrita pessoal, da leitura de diários de grandes escritores e das memórias de seu avô na Segunda Guerra Mundial, a narrativa investiga como a realidade é forjada e a tênue linha que separa ficção e realidade.