SINOPSE
O treinamento resistido se mostra eficaz na prevenção e minimização dos declínios funcionais associados ao envelhecimento. A pesquisa investiga a relação entre variáveis como composição corporal, independência funcional e força muscular em idosos que praticam essa modalidade e aqueles que, embora ativos, não a praticam.
Os resultados indicam que os idosos que se dedicam ao treinamento resistido apresentam um desempenho superior no teste TUG, o que está diretamente ligado a um menor risco de quedas e fraturas, promovendo assim uma melhor qualidade de vida na terceira idade.
