SINOPSE
Traumas na medula espinhal impactam severamente a qualidade de vida, apresentando alta incidência e custos elevados para a sociedade. Tratamentos atuais são paliativos, sem capacidade de reverter danos neurológicos. A busca por novas terapias é essencial, e a pesquisa investiga o transplante de células mononucleadas da medula óssea em um modelo experimental de lesão.
O estudo compara diferentes métodos de administração celular e janelas de tempo para transplante. Resultados indicam que a via subaracnóidea melhora a função motora e permite a migração celular para a lesão, enquanto a via direta resulta em lesões maiores.