SINOPSE
Questões sobre o teatro e a contracultura na Bahia são exploradas de maneira profunda, desafiando a ideia de que a produção teatral entre 1968 e 1974 carecia de criticidade. A análise propõe uma nova perspectiva, revelando a riqueza e a relevância das manifestações artísticas desse período.
Ao investigar a produção teatral sob a sombra da censura e repressão do governo civil-militar, o texto destaca como os artistas encontraram formas de resistência e expressão, desmistificando a noção de um “vazio cultural” e iluminando a importância desse legado na cena artística.
