SINOPSE
Refletir sobre a coragem de ser autêntico é essencial para aqueles que buscam desenvolver sua espiritualidade. Na cultura ocidental, muitas vezes somos ensinados a nos adaptar às expectativas externas, esquecendo de nos conectar com nossa verdadeira essência. Durante a pandemia, surgem ensaios que abordam a importância da magia e da ética em nossas práticas, questionando como podemos ser mais inclusivos e conscientes em nossas ações.
Explorando a experiência de um praticante de paganismo, as reflexões apresentadas nos convidam a considerar o papel da magia em nossa vida cotidiana. Questões sobre a interseção entre magia e política nos levam a repensar nossa posição no mundo e a importância de agir com responsabilidade e autenticidade.