SINOPSE
As narrativas do Brasil e dos Estados Unidos revelam contrastes fascinantes, desafiando percepções comuns sobre o movimento operário. Enquanto o cenário norte-americano é visto como livre e autônomo, o brasileiro é frequentemente associado a estruturas sindicais e políticas. Essas diferenças históricas geraram um hiato nas pesquisas, dificultando a comparação entre as experiências dos trabalhadores de ambos os países.
Essa coletânea surge como uma resposta a essa lacuna, oferecendo uma análise integrada do mundo do trabalho no século XX. A proposta é explorar as intersecções e singularidades que moldaram as trajetórias laborais nas duas nações, promovendo um diálogo enriquecedor entre as histórias compartilhadas.
