SINOPSE
Desafios enfrentados por assistentes sociais em uma mineradora na Amazônia paraense são explorados em uma análise profunda das representações e identidades profissionais. A influência da empresa na região é significativa, refletindo as complexidades do trabalho sob a perspectiva de Marx e as ideologias de Gramsci.
O contexto de reestruturação produtiva capitalista e as técnicas de gestão toyotistas revelam um cenário marcado por alienação e transformação da subjetividade dos trabalhadores, proporcionando uma reflexão crítica sobre as realidades do Serviço Social nesse ambiente desafiador.