SINOPSE
Textos reunidos de um jovem que colaborou com os surrealistas franceses entre 1924 e 1928 revelam uma desconstrução do espírito europeu, criticado por sua racionalidade excessiva. A busca por uma nova forma de expressão do espírito é evidente, refletindo uma inquietação profunda e um desejo de explorar as profundezas da realidade.
A poesia surrealista apresentada aqui é marcada por sonhos, divagações e simbolismos, promovendo associações livres e provocações. O foco está em permitir que o pensamento flua livremente, criando imagens que desafiam a lógica convencional.
