SINOPSE
Argumentar no campo jurídico pode parecer um desafio para muitos, frequentemente associado a interesses e objetivos pré-definidos. A proposta é desmistificar essa prática, apresentando uma visão realista de como profissionais do direito se comunicam e como juízes tomam decisões. A abordagem se concentra em dois modos de argumentação: o institucional, que segue regras estabelecidas, e o substantivo, que leva em conta aspectos morais e sociais.
Essa análise revela a predominância da argumentação institucional, delineando os limites da objetividade no direito. A obra se destaca por oferecer uma teoria da argumentação jurídica adaptada ao contexto brasileiro, enriquecendo a cultura jurídica local e sendo uma leitura valiosa para estudantes e profissionais da área.
