SINOPSE
Inspirado por líderes como Martin Luther King e Desmond Tutu, um teólogo reabre a discussão sobre o cristianismo no Brasil, focando na tradição de resistência da teologia negra. Com raízes que remontam à década de 1960, essa abordagem surge como uma resposta às lutas antirracistas e à segregação racial, reinterpretando a narrativa do Êxodo como uma metáfora de libertação espiritual e social.
Ao mapear os principais pensadores e suas contribuições, o autor oferece uma visão abrangente sobre os legados da escravidão e a persistência do racismo, destacando a relevância contínua da teologia negra no debate contemporâneo. Essa obra se torna um convite à reflexão e à ação em prol de um mundo mais justo.