SINOPSE
Reflexões sobre a temporalidade marcaram as últimas décadas do século XX e o início do XXI, revelando uma crescente preocupação com a memória e a crise da temporalidade moderna. A obra propõe uma análise provocativa da função social da história, especialmente em um momento em que a regulamentação da profissão de historiador no Brasil é debatida.
Com uma abordagem densa e coerente, o texto explora questões éticas e epistemológicas que permeiam a historiografia, a memória, as condições do presente e a relevância do passado, convidando à reflexão crítica sobre esses temas.
