SINOPSE
Reflexões profundas sobre a experiência da parentalidade são exploradas em textos que transitam entre o poético e o analítico. Questões relevantes à psicanálise, como transformações corporais, a ausência de representação da morte e os desafios da constituição subjetiva, são discutidas em um contexto contemporâneo, considerando aspectos como territorialidade e interseccionalidade.
A leitura convida à reflexão sobre a ética psicanalítica, contrastando com as expectativas de predição e segurança no cuidado das futuras gerações, revelando a complexidade das funções parentais.