SINOPSE
A trajetória da arquitetura modernista em templos religiosos no Brasil é analisada com foco especial em Minas Gerais. A polêmica demolição de uma igreja colonial para a construção de uma nova matriz modernista em Ferros, na década de 1960, serve como ponto de partida para uma reflexão sobre as transformações na arquitetura religiosa do país.
A pesquisa detalha os fatores que impulsionaram a construção de templos modernos, além de explorar os argumentos e contextos social, político e cultural que legitimaram a demolição de antigas igrejas católicas entre as décadas de 1940 e 1960.
