SINOPSE
Na década de 80, o computador pessoal começou a ser amplamente comercializado, enquanto a rede mundial de computadores se espalhou pela Ibero-América nos anos 90. Esse cenário levou a uma revisão de conceitos fundamentais, como trabalho, justiça e igualdade, que passaram a ser vistos sob novas perspectivas. O fenômeno da modernidade líquida, conforme descrito por Zygmunt Bauman, destaca a complexidade do teletrabalho.
Questões como ergonomia, estresse e enquadramento sindical são discutidas, além dos custos que recaem sobre empregados e empregadores. Este compêndio oferece uma análise abrangente e atual sobre as múltiplas facetas dessa nova forma de labor, atraindo tanto estudantes quanto profissionais da área jurídica.
