SINOPSE
A telemedicina se consolidou como uma especialidade médica essencial, especialmente após sua efetividade demonstrada durante a pandemia. O desafio primordial reside na relação entre médico e paciente, que exige o uso de Tecnologia da Informação e a proteção de dados, incluindo a confidencialidade e o sigilo profissional, sempre com a concordância formal dos pacientes. A consciência sobre os riscos de interações não presenciais é crucial, pois resultados adversos podem levar a condenações e indenizações.
Na prática médica, a escolha do meio de atendimento deve priorizar o benefício do paciente, visando atender suas necessidades e promover a cura. O Direito desempenha um papel fundamental ao garantir que os direitos constitucionais do paciente sejam respeitados, especialmente no que diz respeito à proteção da vida, que é o bem mais precioso.