SINOPSE
O debate sobre a violência policial, que afeta diariamente jovens negros, indígenas e da periferia, é abordado de maneira contundente. A militância de pessoas que perderam entes queridos em situações de abordagem policial revela a urgência de discutir a atuação das forças de segurança e o impacto na sociedade. Movimentos sociais formados por familiares de vítimas emergem como vozes essenciais, desafiando a narrativa da mídia tradicional e clamando por justiça.
A articulação entre o Serviço Social e esses movimentos é fundamental para a defesa dos Direitos Humanos. A análise crítica apresentada propõe reflexões sobre a necessidade de resistência e solidariedade diante da opressão, destacando a importância da luta coletiva na busca por um futuro mais justo.