SINOPSE
Ter um filho diagnosticado com surdez traz uma série de decisões importantes para os pais, como optar por cirurgias, aprender línguas de sinais ou orais e escolher entre escolas especiais ou comuns. Nesse contexto, preconceitos surgem, incluindo a ideia equivocada de que a comunicação é impossível para surdos. Reflexões sobre as visões médicas, sociais e linguísticas da surdez são fundamentais para desmistificar essa condição.
Pesquisas e entrevistas com surdos, familiares e educadores evidenciam a importância de considerar múltiplos aspectos relacionados à surdez, promovendo uma compreensão mais ampla e livre de estigmas. A abordagem busca enriquecer o debate sobre a inclusão e as capacidades comunicativas dos surdos.
