SINOPSE
A escrita de Marguerite Duras é explorada a partir do impossível, revelando suas nuances e desafios. A poética de Tati Quebra Barraco, presente no álbum Boladona, também é analisada, subvertendo relações de dominação e trazendo novas perspectivas.
Uma entrevista com o sociólogo Richard Miskolci aborda a conexão entre redes sociais e os levantes conservadores no Brasil. Além disso, são apresentadas três maneiras de ativar a linguagem poética durante a pandemia, refletindo sobre a “artificação” da política e uma discussão sobre Machado de Assis em um contexto pós-colonial.