SINOPSE
O problema da transição no De Intellectus é explorado como um processo contínuo de desativação de percepções e desejos que enfraquecem a existência. Essa análise propõe uma reflexão sobre a vida como uma oportunidade de alcançar o que a natureza singular de cada um demanda, unindo aspectos éticos e cognitivos em um plano de passagem imanente.
A tensão entre modos de viver e perceber, herdados de gerações anteriores, e a capacidade de questionar a própria existência revelam um caminho para uma vida mais potente. A narrativa destaca a luta entre a submissão a forças debilitantes e a busca por um movimento existencial autêntico.