SINOPSE
Em 1973, a militante paraguaia Soledad Barret vive momentos de intensa luta e traição no Recife. Delatada por seu companheiro, ela se torna vítima da brutalidade da ditadura militar, culminando em sua tortura e assassinato. O massacre da chácara São Bento revela a face cruel do regime, onde a vida de Soledad se transforma em um símbolo da resistência e da traição que marcaram aquele período sombrio da história.
O relato é um convite à reflexão sobre a memória e a verdade, desafiando a narrativa oficial da época. A trajetória de Soledad se entrelaça com a luta por justiça e a busca por reconhecimento das vidas ceifadas pela violência do Estado, ecoando a importância de não esquecer os erros do passado.