SINOPSE
Um dos maiores “mentirosos” da tradição grega pode não ser um vilão, mas um reflexo perturbador da inteligência humana. Através de uma análise do diálogo Hípias Menor, a narrativa explora a defesa de Ulisses diante dos sofistas e de Sócrates, evocando a complexidade do personagem homérico. A obra provoca reflexões sobre a natureza do erro, questionando se é pior errar por ignorância ou deliberadamente, invertendo a imagem tradicional de heróis como Aquiles e Ulisses.
Com uma linguagem acessível, a leitura convida a repensar verdades e enganos, revelando como essas questões permanecem relevantes. O autor se identifica com Ulisses, instigando o leitor a refletir sobre suas próprias escolhas entre sinceridade e astúcia. A obra se torna um convite para explorar o delicado equilíbrio entre mentira, inteligência e responsabilidade.