SINOPSE
Problematizar a relação entre pobreza e patologia cognitiva é o foco central deste estudo, que analisa a socialização da mente por meio da Sociologia do Conhecimento e da Teoria Histórico-Cultural. A pesquisa explora como a diversidade cognitiva emerge de realidades culturais distintas, enfatizando a produção de conhecimento nos contextos culturais.
Defende-se que a aprendizagem dos alunos é influenciada pela construção de significados através de sistemas simbólicos culturais. Além disso, destaca-se o papel dos professores como agentes que, ao ignorar a diversidade cognitiva, podem contribuir para a exclusão, ressaltando a importância de uma educação intercultural.




