SINOPSE
Escrito em 1873, o ensaio apresenta uma crítica incisiva à confiança na ciência e na objetividade da linguagem, questionando a noção moderna de verdade. Através de uma combinação de reflexão filosófica e análise filológica, a obra desmonta a ideia de que a verdade é uma correspondência entre palavras e realidades, revelando-a como um conjunto de metáforas e convenções sociais.
O texto contrasta o homem racional, que se resguarda em abstrações, com o homem intuitivo, que vive artisticamente. A arte é defendida como uma relação mais autêntica com o mundo do que a busca científica pela verdade absoluta, antecipando temas centrais da filosofia contemporânea.