SINOPSE
Refletir sobre a mudança pessoal revela uma pergunta inquietante: o que realmente está em jogo quando desejamos nos transformar? A conversão, seja religiosa, política ou terapêutica, é analisada em suas nuances, mostrando como a busca por transformação pode ser tanto um ato de liberdade quanto uma forma sutil de coerção. Essa análise crítica contrapõe narrativas de progresso à realidade das transformações que vivenciamos.
Combinando psicanálise, literatura e filosofia, a obra investiga a diferença entre mudanças legítimas e ilusões. A presença da conversão na história da psicanálise é discutida, assim como as promessas terapêuticas contemporâneas e as tentações do fundamentalismo, levando a uma reflexão profunda sobre nossas fantasias de transformação.