SINOPSE
Exploram-se as possibilidades do pensamento de Michel Henry em diálogo com a Psicologia e a Neurociência, buscando responder a questões sobre a convivência em grupo e a promoção de relações afetivas. Perguntas sobre as dinâmicas grupais e as ferramentas para compreendê-las sem artificializações são centrais para essa reflexão.
Com uma abordagem fenomenológica, a obra revisita conceitos como prova de si e encarnação, propondo uma análise das comunidades de filiação e de hábito. O objetivo é auxiliar profissionais da Psicologia em sua prática e intervenção em grupos humanos.