SINOPSE
Uma análise incisiva dos discursos eurocêntricos sobre a África, promovendo o protagonismo negro-africano na filosofia. A obra convida à reflexão crítica sobre o trabalho de pensadores africanos, desafiando a negação da capacidade intelectual de indivíduos negros. As aspas no título indicam uma abordagem que questiona a noção de uma filosofia africana vista sob a ótica eurocêntrica.
Com uma crítica contundente à etnofilosofia, a narrativa defende a transição da África como objeto para sujeito, ressaltando que a filosofia africana é composta por textos de africanos reconhecidos como filosóficos por eles mesmos. O texto dialoga com grandes nomes do pensamento africano, estabelecendo um marco na pesquisa e na legitimidade das filosofias africanas.