SINOPSE
Dez anos após as manifestações de junho de 2013, a compreensão sobre esse fenômeno ainda é um desafio. A análise se baseia no materialismo cultural, explorando o contexto internacional que moldou o Junho brasileiro, além de examinar a composição social, as motivações e as bandeiras do movimento, e suas interações com a política. As potencialidades e limitações dos novos modelos orgânicos, sustentados por redes sociotécnicas, também são discutidas.
O ano de 2013 se revela como um espaço onde diferentes grupos testaram novas formas de associação e resistência, muitas vezes impulsionadas por tecnologias de informação e comunicação. A proposta teórica apresentada busca enriquecer a compreensão sobre as manifestações e as ideologias que emergiram nesse período significativo.