SINOPSE
Em um cenário de retrocesso político no Brasil, uma análise crítica do Plano Nacional de Educação 2014-2024 revela as tensões entre a proposta de um Sistema Nacional de Educação e as reformas educacionais regressivas. A resistência dos educadores se torna essencial na luta por uma escola pública que não ceda às pressões de grupos conservadores e interesses mercadológicos, como os defendidos pelo projeto “escola sem partido”.
O momento atual, marcado por uma intensificação da luta de classes e a ascensão de governos ilegítimos, exige um combate firme às medidas que restringem direitos sociais, incluindo o acesso a uma educação de qualidade. A instalação de um Sistema Nacional de Educação robusto, orientado por um Plano Nacional de Educação eficaz, é fundamental para garantir uma educação pública e gratuita para todos.
