SINOPSE
Um desafio jurídico inédito surge com a interação das tecnologias digitais emergentes e o ambiente social. À medida que a inteligência artificial evolui, sua autonomia aumenta, levando a uma nova compreensão sobre responsabilidade. A autonomia dos robôs, como os automóveis autônomos, gera danos que não decorrem de falhas, mas sim do funcionamento esperado da máquina, exigindo uma atualização no conceito de “defeito” e uma reflexão ética sobre as escolhas programadas.
A tecnologia não é uma força externa sem controle humano. A inteligência artificial, criada por humanos, deve servir para auxiliar na tomada de decisões. Essa mudança tecnológica nos convida a refletir sobre nossa identidade e a sociedade, oferecendo oportunidades para moldar a revolução de maneira a melhorar o mundo. As lições desse estudo visam inspirar legisladores e reguladores na gestão de riscos e na responsabilidade civil.