SINOPSE
Mulheres enfrentam diariamente diversas formas de violência, refletindo uma realidade alarmante em que a agressão por parceiros se torna comum. A análise jurídica da violência familiar no Brasil revela a influência de uma estrutura social patriarcal que perpetua papéis de gênero desiguais, contribuindo para a normalização desse ciclo de agressões. A relação entre a violência doméstica e a Síndrome de Estocolmo é explorada, evidenciando como essa condição psicológica aprisiona a vítima, dificultando sua busca por ajuda e justiça.
O texto propõe reflexões sobre caminhos para a proteção das mulheres e a necessidade de combater a violência, enfatizando a urgência de medidas que promovam a liberdade e a segurança das vítimas. A discussão se torna essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde a violência não seja mais tolerada.
