Simonal: Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga

Gustavo Alonso

SINOPSE

Em 1968, um marco na música brasileira se desenrolava no Maracanãzinho, onde Chico Buarque e Tom Jobim enfrentaram a rejeição do público em meio ao clima de repressão da ditadura. Enquanto isso, Wilson Simonal emergia como um ícone, celebrando a cultura do “País Tropical” e unindo 30 mil vozes em sua performance. Sua trajetória reflete o auge da Pilantragem, um movimento que desafiou as barreiras da MPB e trouxe alegria em tempos sombrios.

Após décadas de exílio em sua própria terra, Simonal foi reabilitado, e sua história revela as complexidades da memória e da identidade cultural. A obra explora as ambiguidades e paradoxos de uma época marcada por tensões, buscando compreender a relevância do cantor em um contexto de transformação social e política.

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