SINOPSE
No natal de 1880, no Rio de Janeiro imperial, três narrativas se entrelaçam sob a lua de dezembro. Na mansão de um marquês, um casal ensina aos filhos o valor da generosidade; na periferia, um homem se transforma em uma lenda carioca, enquanto no quilombo, a data simboliza resistência e união. Entre ceias luxuosas e festas populares, a magia do natal se revela nas diferentes classes sociais e crenças.
Ruas vibrantes e uma fusão de ritos africanos e devoções cristãs trazem à tona a essência do natal. Aqui, a neve é feita de algodão e o “bom velhinho” fala com um sotaque brasileiro, mantendo viva a magia da data. Uma celebração do tempo, da esperança e do afeto que persiste em meio a contrastes.