SINOPSE
Setembro traz a primavera ao Brasil, um tempo de renovação e reflexão. A poesia emerge da consciência do outono, revelando a luta humana por compreensão no fluxo do tempo. Elementos como o mar, os ventos e a infância se entrelaçam, formando um eu-lírico que busca sentido nas experiências da vida, incluindo família e espiritualidade. A simplicidade é exaltada, mostrando que amar e viver são desafios que transformam virtudes em vícios.
Profundidades não são temidas, pois a vida e a morte são partes de um mesmo ciclo. A jornada poética revela que cada dia é repleto de momentos que, mesmo acidentais, transbordam em poesia, convidando à contemplação e à apreciação do efêmero.