SINOPSE
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Uma investigação profunda sobre a formação e o papel crítico do Assistente Social no contexto angolano contemporâneo é apresentada, explorando as contradições entre o discurso emancipatório da profissão e suas raízes históricas. A pesquisa revela como o cotidiano profissional e os processos de produção do conhecimento podem refletir e desafiar as estruturas de dominação que perpetuam a desigualdade social.
Além de um estudo técnico, a obra propõe uma reflexão sobre o silêncio e a alienação no campo profissional, incentivando a construção de um projeto ético-político que una teoria, prática e compromisso social.
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