SINOPSE
Um eloquente discurso proferido em 1654, em São Luís do Maranhão, revela a habilidade retórica de um padre que se destacou no século XVII. Com uma mensagem voltada à defesa dos índios e uma crítica aos colonos, a pregação se transforma em um apelo à humanidade, utilizando os peixes como metáfora para aqueles que não escutam. A obra é marcada por uma rica imaginação e uma construção literária impressionante.
Com um impacto que ressoa até os dias atuais, a narrativa aborda temas universais de dignidade e interculturalidade. Através de sua eloquência, o texto se torna um importante testemunho da luta pela justiça e pela voz dos marginalizados, desafiando interpretações que tentam silenciar sua relevância histórica.