SINOPSE
Permanentemente em transformação, a caatinga revela um ciclo de vida e morte que se alterna entre a seca e as chuvas. A avidez da natureza se reflete na forma como o ambiente é desmatado e habitado, mesmo diante da ofensa. A abertura da terra simboliza tanto o enterro quanto a promessa de renascimento, onde a vida brota a cada inverno, desafiando a aparente morte.
Durante a estiagem, a caatinga hiberna, mas não desaparece. O que parece estar perdido, na verdade, aduba o solo para um novo ciclo de vida, mostrando a resiliência e a força da natureza em sua essência.