SINOPSE
Escolher entre viver a vida ou habitar o imaginário é um dos dilemas mais profundos que enfrentamos. Enquanto a vida nos apresenta gozos e limitações, o imaginário nos permite criar mundos interiores. Nesse espaço, elaboramos e fraturamos nossos gestos, navegando entre intenções diversas. A lógica das intenções revela a complexidade das ações humanas, onde muitas vezes as verdadeiras motivações permanecem ocultas.
Explorando as tradições judaicas e suas conexões com a psicanálise moderna, a narrativa convida a um encontro autêntico com as primeiras intenções, longe de culpas e subterfúgios. A busca por compreender as nuances das intenções humanas se torna um caminho de autoconhecimento e reflexão.
