SINOPSE
Articular a política de saúde mental com a atenção primária é essencial para oferecer o cuidado necessário a pessoas em sofrimento psíquico. O foco está na criação de estratégias que promovam a reinserção social dos usuários, contribuindo para novos projetos de vida. A pesquisa, realizada em três municípios brasileiros, investiga a ação intersetorial entre essas políticas e os fatores que facilitam ou limitam essa integração.
Uma contextualização da política de saúde no Brasil, desde a década de 1930, é apresentada, destacando a importância do movimento de reforma sanitária e psiquiátrica. A análise crítica dos reflexos do neoliberalismo no Sistema Único de Saúde (SUS) e a busca pelo fortalecimento da atenção primária são abordadas, enfatizando a integralidade e a intersetorialidade como ferramentas essenciais para a melhoria da assistência em saúde.