SINOPSE
Entre os sobrados e as procissões de Salvador, Maria Eugênia vive um conflito interno entre o pudor e a tentação. Ao cuidar de um boneco de madeira, ela se vê imersa em uma maternidade mística, tratando-o como se fosse seu filho. No entanto, a perfeição da imagem sagrada esconde uma verdade obscura, que começa a emergir quando a pintura se desgasta, revelando o que a sociedade colonial tentou ocultar.
Essa narrativa visceral explora a repressão feminina e o sincretismo, refletindo sobre o choque entre o sagrado e o profano. Em meio ao silêncio das noites coloniais baianas, Maria Eugênia enfrenta um destino inevitável, repleto de culpa e revelações profundas.