SINOPSE
Em dezembro de 1963, a primeira Constituição aprovada pelos Padres Conciliares trouxe à tona a importância da Liturgia como fonte da vida divina e da formação espiritual. A reforma litúrgica proposta visa tornar essa prática mais autêntica e acessível, promovendo um patrimônio espiritual que ressoe com o povo.
O comentário em questão explora a recepção e implementação dessa Constituição no Brasil, destacando tanto os aspectos positivos quanto os desafios enfrentados na compreensão do espírito que permeia o documento conciliar.