SINOPSE
Saberes elaborados por grupos sociais historicamente marginalizados são frequentemente rotulados como populares ou vulgares, criando um abismo entre esses conhecimentos e as ciências convencionais. Através da etnobiologia, a obra explora o valor dos saberes tradicionais na promoção de práticas sustentáveis e seus benefícios para a sociedade.
Análises revelam como o conhecimento ancestral contribui para a conservação da biodiversidade, segurança alimentar e saúde, destacando o uso de plantas medicinais e práticas nativas. A imposição de mercados e pressões políticas nem sempre resulta em melhorias reais na alimentação e saúde da população.
