SINOPSE
Uma reflexão poética sobre formas de vida e resistência que desafiam a lógica colonial. A figura do cipó, uma planta trepadeira e flexível, simboliza um pensamento errante que se recusa a ser domesticado, entrelaçando quinze ensaios que exploram saberes indígenas e afrodescendentes. Este fio condutor revela um modo de pensar que serpenteia e contorna as imposições da dominação.
Com referências a pensadores e vozes que dialogam com a realidade brasileira, a obra propõe uma reinvenção do olhar, incentivando uma habitação sensível do mundo, onde a liberdade e a cumplicidade se tornam essenciais na busca por novos caminhos.