SINOPSE
Nas últimas três décadas, diversos países da América Latina e Caribe reconheceram a saúde como um direito humano, resultando em 46 milhões de pessoas beneficiadas por programas de saúde com direitos explícitos. Reformas significativas foram acompanhadas por um aumento no gasto público, priorizando a população sem capacidade de pagamento e promovendo a saúde primária como uma estratégia de custo-benefício.
Apesar do progresso, ainda existem disparidades no financiamento e na qualidade dos serviços. A análise de 54 pesquisas domiciliares revela que, embora os investimentos tenham gerado resultados positivos, desafios persistem, especialmente no que diz respeito a doenças não transmissíveis e à equidade no acesso aos serviços de saúde.
