SINOPSE
A memória se revela como um elemento central na formação do indivíduo e da sociedade, explorando a complexidade do amor em versos que evitam clichês. Com uma linguagem rica em imagens, os poemas utilizam anáforas como um cântico que ecoa ao longo da obra, enquanto a desconstrução morfológica e fonética revela as ruínas da linguagem.
Em uma noite marcada por reflexões profundas, a dança dos ossos e os ecos de genocídios se entrelaçam, criando um ambiente onde sonhos se decompõem e os corpos anseiam, mas as covas permanecem abertas, sugerindo um ciclo interminável de dor e esperança.