SINOPSE
Decisões em política fiscal no Brasil, desde os anos 1960 até o governo Lula, revelam uma lógica complexa, fundamentada em modelos teóricos que influenciaram as ações dos governantes. A análise histórica apresentada permite compreender como as concepções teóricas moldaram as estratégias fiscais e o espaço de atuação de cada governo, refletindo a evolução do pensamento econômico ao longo do tempo.
O primeiro capítulo explora a transição das ideias de Keynes para a nova síntese neoclássica, que minimizou o papel da política fiscal em favor da política monetária. Momentos cruciais, como o Programa de Ação Econômica de 1966 e o Plano Real, são discutidos, evidenciando como cada governo adaptou suas abordagens em resposta às crises e às mudanças no cenário econômico global.
