SINOPSE
Durante as primeiras décadas do século XX, a subversão era frequentemente associada a ideais estrangeiros, especialmente os anarquistas. A Revolução Russa de 1917 e a fundação do Partido Comunista do Brasil em 1922 intensificaram essa percepção, colocando seus adeptos como ameaças à ordem nacional. Com o Estado Novo e a participação de Getúlio Vargas na Segunda Guerra Mundial, outras ideologias também foram rotuladas como subversivas, especialmente após a desarticulação dos integralistas.
O conceito de “comunista” se consolidou como um estigma, visto como um inimigo da civilização ocidental. A narrativa busca desmistificar essa figura, apresentando a trajetória de homens e mulheres que, em busca de um mundo além do capital, refletiram sobre a democracia em meio a um contexto de autoritarismo, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.