SINOPSE
Novas dinâmicas e espaços emergem nas redes digitais, refletindo a crise do capitalismo cognitivo. Desafios à construção de uma democracia em rede são explorados, assim como os conflitos e as transformações metropolitanas que surgem nesse contexto global.
A luta por uma nova agenda de direitos destaca a importância da cultura viva e do trabalho colaborativo na inovação social. Ao mesmo tempo, são analisados os cercamentos e as formas de apropriação do que é produzido coletivamente, revelando tensões e possibilidades no cenário contemporâneo.
