SINOPSE
Dois contos intrigantes exploram a interseção entre ciência e filosofia, levando o leitor a refletir sobre questões metafísicas como identidade e imortalidade. A narrativa mergulha no mesmerismo do século XIX, instigando a imaginação ao abordar temas complexos que desafiam a compreensão humana.
Com um tom satírico, a segunda parte revisita a alquimia e a criação artificial do ouro, levantando questionamentos sobre os limites da ciência. As consequências econômicas, sociais e morais de tais descobertas são discutidas, revelando a fragilidade da ordem estabelecida.