SINOPSE
Responsáveis executivos secundários desempenham um papel crucial em ações executivas, levantando questões sobre sua natureza jurídica e legitimidade. Exemplos incluem sócios, cônjuges e fiadores, que podem ser chamados a responder patrimonialmente, mesmo sem terem participado da relação jurídica original que gerou a execução. A definição clara dessa figura como parte legítima passiva é essencial para assegurar sua defesa adequada.
A análise do tema é realizada de forma aprofundada, considerando a doutrina e a jurisprudência pertinentes, refletindo a importância da questão no contexto forense contemporâneo e sua relação com o Código de Processo Civil de 2015.
